sexta-feira, 15 de março de 2013

Aliança Escolha Dão 2010

A vinícola Aliança praticamente ignora essa linha de seus produtos. Não há sequer  referência deste vinho no site da empresa.
Notas de Prova: Cor rubi bastante intensa. Boa estrutura aromática, onde as notas de fruta bem presentes se conjugam com suaves tostados conseguindo-se um vinho fresco e muito elegante. Bom volume de boca, taninos muito suaves, boa persistência e elegante frescura que lhe conferem enorme capacidade gastronómica.

Temperatura de Serviço: Entre 16°C e 18 °C
Uvas: Touriga Nacional, Tinta Roriz e outra não identificada.
Tipo: 3- Tinto.
Harmonização: Ideal com pratos tradicionais da região Mediterrânea.
O galo português ao fundo é nossa singela homenagem ao país produtor deste vinho.
A vinícola Aliança trata as linhas mais baixas de sua produção de maneira a quase ignorá-las. Basta entrar no site de empresa Site Vinícola Aliança para perceber que somente as linhas mais elaboradas estarão disponíveis para pesquisa.
A temperatura ideal deste vinho é entre 16°C e 18°C.
Ai o jeito é pressupor.

O vinho mais típico do Dão é o tinto, de cor rubi, redondo, espirituoso, de aroma delicado e sabor aveludado. Entre os produtores de destaque podemos citar  as Caves Aliança, as Caves S. João, J. Maria da Fonseca e as Caves Primavera.
Esse vinho segue toda esta tipicidade. Foi daí que deduzimos que as castas são Touriga Nacional e Tinta Roriz, porque são tradicionamente usadas na região. Mas, certamente, deve haver mais uma casta neste vinho.

A vinícola
Aliança foi fundada em 1927, em Sangalhos, na região da Bairrada. Posteriormente adquiriu Quintas em regiões como o Alentejo, Dão, Douro, Bairrada e Beiras, explorando cerca de 600 hectares de vinhas.
Videiras da vinícola Aliança.
A qualidade dos vinhos, espumantes e aguardentes são a imagem da Aliança em Portugal e nos cerca de 60 países para onde exporta.

Espaço enogastronômico da vinícola Aliança.
A Aliança foi considerada pela Wine Spectator uma das 20 melhores empresas do setor a nível mundial, tendo sido a única da Península Ibérica incluída nesta classificação. E seu diretor de exportação, Mario Neves, obteve a distinção “Senhor do Vinho” atribuída pela Revista de Vinhos ao que hoje é muito provavelmente o profissional do vinho português mais conhecido a nível mundial.

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